o lugar
Santo Isidro de Pegões.
Um terreno de 147.500 m², a meio caminho entre Lisboa e Setúbal, com floresta de sobreiros e pinheiros mansos, linha de água e uma comunidade antiga onde nos vamos enraizar.

O Terreno
Morfologia adequada, natureza generosa.
O terreno tem morfologia adequada ao projeto. Uma linha de água atravessa-o, com potencial para criar um espelho de água ou charca. Uma floresta de sobreiros e pinheiros mansos define boa parte da paisagem — e o espaço é mais do que suficiente para a construção que pretendemos.
A estação de comboio existente no local abre a possibilidade de, no futuro, haver ligação direta ao centro de Lisboa.
ÁREA TOTAL
147.500 m²
DISTÂNCIA A SETÚBAL
40 km
ACESSO RODOVIÁRIO
A13 a 3 km · A2, A6, A12
DISTÂNCIA A LISBOA
50 km
DISTÂNCIA A ALMADA
60 km
ESTAÇÃO DE COMBOIO
Existente, no local
ONDE FICA
No coração da península de Setúbal.
O QUE JÁ ESTÁ FEITO
Em 24 meses, avançámos muito.
Vários trabalhos já foram iniciados no terreno. Este é o ponto de situação.
CONCLUÍDO
Compra do terreno
Concluída em Setembro de 2024.
CONCLUÍDO
PIP aprovado
Pedido de Informação Prévia condicionado, aprovado pela Câmara Municipal de Montijo a 21/08/2024.
CONCLUÍDO
Limpeza do terreno e da floresta
Iniciada para facilitar os trabalhos prévios ao projeto.
CONCLUÍDO
Estudo geológico
Concluído.
CONCLUÍDO
Cerca
Colocada cerca a toda a volta do terreno.
CONCLUÍDO
Plano de Gestão Florestal
Elaboração concluída e submetida ao ICNS.
CONCLUÍDO
Certificação Biológica do terreno
Concluída. 2026
A COLÓNIA E A COMUNIDADE
Uma herdade que virou colónia agrícola.

Igreja de Santo Isidro de Pegões, coração comunitário do lugar desde 1957.
1932
Rovisco Pais morre e a restante área da Herdade é doada aos Hospitais Civis de Lisboa.
1937–38
🌾 Nasce o projeto de colonização
4.700 hectares começam a ser organizados em casais agrícolas.
1952
🏡 Chegam as famílias
207 casais agrícolas / famílias instaladas.
1957
⛪ Nasce o coração comunitário
É inaugurada a Igreja de Santo Isidro.
1958
🍇 A colónia ganha forma
É criada a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
1974 → ANOS 1980
🔑 Uma nova relação com a terra
Depois do 25 de Abril inicia-se o processo que levará à propriedade plena dos casais pelos colonos.É criada a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
HOJE
🌿 Um património vivo
A paisagem, a arquitetura e a memória da comunidade continuam presentes.


A tradição agrícola e vitivinícola permanece viva no quotidiano da comunidade.
“Aqui, há quase 90 anos, percebeu-se uma coisa que continua atual: uma comunidade não se faz apenas de casas. Faz-se dos lugares, das pessoas e das relações que acontecem entre elas.”
A HISTÓRIA DO TERRENO
Antes de A Casa, já aqui havia vida.


José Guinapo Lebre, na carroça, em frente à sua casa — o Casal nº 41. E, ao lado, com Maria Carapeto Rodrigues.
Antes de A Casa, este lugar já tinha histórias para contar.
Durante anos, este terreno foi onde viveu e trabalhou a família Cardoso, vinda da Amareleja. Aqui cultivava-se arroz, favorecido pela água abundante que existia no subsolo. Havia também hortas, criação de animais e muito trabalho partilhado.
É fácil imaginar esse tempo.
As mulheres na lida do arroz e das hortas. Os homens nos campos mais distantes. As crianças na escola. Os dias longos de trabalho e os momentos em que todos se juntavam: à volta da mesa, nas festas, na matança do porco ou nos encontros entre vizinhos para trocar produtos e conversar.
Este terreno guarda, assim, a memória de muitas vidas. De trabalho, de encontros e de comunidade.
Daqui a algum tempo, haverá novas pessoas a chegar, novas conversas, novos encontros e novas histórias para contar. Outros passos percorrerão este lugar. Outras vidas lhe darão movimento.
Porque os lugares também têm memória.
E esta história, que começou muito antes de nós, vai agora ganhar um novo capítulo.
Um capítulo chamado A Casa.
Quer conhecer o lugar?
Organizamos visitas ao terreno e sessões abertas de apresentação.
